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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Congresso on-line e gratuito
Para levar informação sobre a importância do nascimento humanizado para a coletividade!
Palestrantes renomadíssimos!
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terça-feira, 20 de janeiro de 2015
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Oficina de Sling
"A nossa sociedade custa muito a reconhecer que os bebês precisam de colo, contato, afeto; que precisam da mãe. É preferível qualquer outra explicação: a imaturidade do intestino, o sistema nervoso... Prefere-se pensar que o bebê está doente, que precisa de remédios."
"No Canadá, Hunziker e Barr demonstraram que se podia prevenir a cólica do lactente recomendando às mães que pegassem seus bebês no colo várias horas por dia. É muito boa idéia levar os bebês pendurados, como fazem a maior parte das mães do mundo. Hoje em dia é possível comprar vários modelos de carregadores de bebês nos quais ele pode ser levado confortavelmente em casa e na rua. Não corra para colocar o bebê no berço assim que ele adormecer; ele gosta de estar com a mamãe, mesmo quando está dormindo. Não espere que o bebê comece a chorar, com duas ou três semanas de vida, para pegá-lo no colo; pode acontecer de ter “passado do ponto” e nem no colo ele se acalmar. Os bebês necessitam de muito contato físico, muito colo, desde o nascimento. Não é conveniente estarem separados de sua mãe, e muito menos sozinhos em outro cômodo. Durante o dia, se o deixar dormindo um pouco em seu bercinho, é melhor que o bercinho esteja na sala; assim ambos (mãe e filho) se sentirão mais seguros e descansarão melhor."
Do livro Un regalo para toda la vida- Guía de la lactancia materna,Carlos González
Tradução: Fernanda Mainier
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
terça-feira, 23 de setembro de 2014
terça-feira, 16 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
A chegada do bebê e as muitas mudanças na vida da mãe
As emoções, as prioridades, o relacionamento, o sono, os horários, a carga de trabalho... Tudo muda com a maternidade. Como lidar com essa nova vida.
Entrevista ao site Disney Bubble
No exato momento em que você descobre que está grávida, uma chave vira na sua vida: ela nunca mais será a mesma, sobretudo porque ganha um novo sentido.
As mudanças já ocorrem no período da gestação e, com a chegada do bebê, só aumentam. E não estamos falando apenas da transformação do corpo, que é a mais visível - as demandas físicas e emocionais do cargo de mãe são diversas.
Patrícia Rodrigues Peres, 35 anos, administradora e mãe do pequeno Matheus, 6 meses, confessa que subestimou as transformações. “Durante a gravidez, eu imaginei que as minhas prioridades mudariam, assim como os horários, que seriam mais regrados, mas não pensei que seriam tantas mudanças! Depois que o Matheus nasceu, tive 3 meses de reclusão social total, vivi para ele”, afirma.
A entrega, é claro, foi cansativa. “Sentia o peso da responsabilidade de ter que cuidar de um recém-nascido. Cheguei a sentir um pouco de saudade da minha vida sem filho. Mudei meus horários de dormir e acordar, troquei os banhos demorados por duchas rápidas enquanto ele dormia e nunca encontrei tão fácil uma roupa pra vestir. Tudo correndo, com pressa.”, lembra-se.
Hoje, passados 6 meses, as mudanças atingem os passeios. “Preferimos parques abertos, restaurantes espaçosos e não muito lotados e tentamos remanejar os compromissos e convites de acordo com os horários das mamadas e papinhas. Sem contar a quantidade enorme de coisas que temos que levar toda vez que saímos de casa”, conta.
A sensação, apesar das mudanças de rotina? “Posso garantir que é o amor mais puro, verdadeiro e imensurável que já senti na vida. Faz tudo valer a pena”, frisa.
Prazer, mãe!
Pois esse conjunto de mudanças traz consigo um dos maiores ganhos da maternidade: o autoconhecimento.
“Propor-se a vivenciar a maternidade – e a paternidade – com essa perspectiva, de que há um processo intrínseco de autodesenvolvimento e aprendizagem, favorece a adaptação aos novos papéis”, destaca Rosângele Monteiro, especialista em Psicologia Perinatal e Terapia Sistêmica de Famílias e coordenadora do grupo Ninho Materno.
Com a ajuda de especialistas, levantamos algumas questões relacionadas a esse período tão delicado – e, ao mesmo tempo, intenso – que é a chegada de um bebê. Saiba que você não está sozinha. Entendemos que lidar com tantas mudanças em tão pouco tempo não é nada fácil - mas não impossível!
É preciso se preparar para as mudanças?
“Poder se preparar para a maternidade durante a gestação fará uma diferença importante no pós-parto, momento em que a maternidade se ‘materializa’ com a chegada do bebê. Fazer um pré-natal psicológico possibilita à mulher olhar para este processo, para este novo espaço de relacionamento tão significativo”, explica Rosângele.
Do ponto de vista prático, os preparativos ficam por conta dos cuidados com a saúde. “A mãe já deve se alimentar e hidratar bem desde a gestação para que isso vire um hábito e permaneça após o nascimento do bebê. É claro que ela não deve fumar nem ingerir bebidas alcoólicas. Deve também preparar as mamas para a amamentação, tomando sol nos mamilos e hidratando bem a pele local”, recomenda Julie Anne Colnago, especialista em Pediatria e Hematologia Pediátrica.
Alterações na rotina
“A principal mudança que ocorre com a chegada do bebê é referente à rotina da própria mãe em relação ao sono, à alimentação e à amamentação. E claro, a casa, o marido e a profissão. Se ela já tinha que se desdobrar antes para dar conta de tudo, agora ainda mais”, analisa Julie.
A pediatra explica que é difícil fazer algum tipo de treinamento antes da chegada do bebê, pois cada recém-nascido reage de uma forma. “O bebê não tem rotina para comer ou dormir, pois deve ser amamentado em livre demanda, ou seja, a hora que ele quiser. Como também costuma dormir em média 20 horas por dia, é impossível criar uma rotina de sono logo após o nascimento”, observa.
Mas, a partir dos 6 meses, já fica mais fácil organizar as demandas e são elas que facilitarão a vida da mãe. “A dica é ser firme com os horários, não substituir as refeições por leite, mesmo que a criança não coma muito, e preparar a hora do sono com som e iluminação propícias que estimulem a criança dormir. Na cama dela, é claro”, aconselha Julie.
A (auto)cobrança
O medo de não ser a mãe perfeita atinge a maioria das mulheres. No entanto, se tornar mãe é um processo – e não um evento que ocorre da noite para o dia. Inevitavelmente haverá acertos e erros no caminho. O importante é saber que não há problema algum em errar.
“Com a maternidade a mulher passa a vivenciar um papel inaugural. Não aprendemos a ser mãe, vamos entrar nesse novo lugar, nunca antes visitado, viver e aprender essa experiência ao mesmo tempo”, diz Monteiro.
Lembre-se: a chegada do bebê é um fenômeno da família e dividir as expectativas e responsabilidades é saudável para todo mundo!
“Não tenha medo de deixar seus filhos com o marido, os avós ou outras pessoas de confiança para ir passear, cuidar da beleza, trabalhar. A vida continua e delegar tarefas faz parte de um trabalho bem feito. A criança também sai ganhando ao ter contato com outras pessoas que não sejam a mãe”, argumenta a pediatra Julie Anne Colnago.
As adaptações na vida prática
Desde a gestação, é importante que o casal se prepare para o pós-parto refletindo, dentro de sua realidade e do contexto de suas possibilidades, quais mudanças na vida prática serão necessárias.
“A mãe, fusionada emocionalmente com o bebê, fica menos disponível para as questões de ordem prática - contas, compras, cuidados com a casa etc. O pai tem o papel fundamental de cuidar da mãe e dessas demandas domésticas, quando isso é possível, para que ela fique disponível para o relacionamento e cuidados com o bebê”, alerta a psicóloga.
As relações sociais
É comum mulheres se queixarem de reclusão social nos primeiros meses após a chegada do bebê. Nessa hora, contar com uma rede de apoio é fundamental.
“Pedir ajuda, recorrer aos profissionais que assistem essa díade mãe-bebê, familiares e amigas, fazem muita diferença, principalmente porque, muitas vezes, a mãe está distante da família, o marido volta ao trabalho e ela se vê solitária neste momento que é tão intenso para ela. A mulher precisa de cuidados, descansar, estar bem, cuidar de si mesma para melhor cuidar de seu bebê”, enfatiza Rosângele.
Deixei de ser a funcionária do mês. E agora?
Quanto ao trabalho, é natural que você, a partir de agora, priorize voltar mais cedo para casa para curtir o seu bebê. Portanto, não se martirize por não fazer mais aquele monte de horas extras como antes. “Os relacionamentos passam por uma reformulação, a mulher reedita o seu lugar de filha, de esposa e também como profissional”, diz a psicóloga.
A vida a três
No caso do primeiro filho, a partir da chegada do bebê, onde antes havia um casal, agora existe uma família. E isso é uma mudança e tanto no relacionamento homem-mulher.
“Assimilar que se trata de um momento da vida, único, que traduz um projeto novo na vida do casal e fortalecer a parceria entre eles, faz uma diferença que otimiza essa adaptação” acredita Rosângele. “Muito se fala a respeito das mudanças que chegarão junto com o bebê, mas para cada casal essa experiência será única” reforça a psicóloga.
A pediatra Julie complementa: “Para mudar hábitos enraizados que não condizem com a presença de um bebê em casa é preciso muito diálogo e força de vontade por parte dos pais, pois, neste momento, eles precisam pensar no filho em primeiro lugar”.
O que mudou, de fato?
E para você, o que a maternidade mudou em sua vida? Fizemos essa pergunta para algumas mães e adoraríamos ter também o seu depoimento também. Deixe sua opinião nos comentários.
“O que mais mudou foi o meu dia a dia. Apesar do cansaço, está muito mais alegre e cheio de vida”,Aline Serrer Richter, 29 anos, mãe da Rafaela, 6 meses.
“A maior mudança é que meu filho é minha maior e MELHOR prioridade! Eu troco qualquer programação para ficar com ele!”, Patrícia Rodrigues Peres, mãe do Matheus, 6 meses
“O que mais mudou na minha vida foi a compreensão da palavra amor. Nunca pensei que fosse possível existir um amor tão imensurável e irracional quanto o amor de uma mãe com seu filho”,Giselle Gaspareti, 30 anos, mãe do Gabriel, 9 meses.
“Acho que a maior mudança é que fazemos tudo pensando neles e ainda nos sentimos culpadas pelo que não fazemos, mas são descobertas e felicidades diárias!”, Claudia Frei Aramaki, 30 anos, mãe do Vinícius, 1 ano e 2 meses.
“Mudou tudo! Para começar, meu corpo, minha maneira de ver a vida, a organização da minha casa, minhas prioridades, minha paciência, minha sensibilidade, minha conta bancária, minhas roupas, e principalmente, minha capacidade de amar e de me surpreender com coisas e atitudes que certamente antes da Luísa não faziam diferença na minha vida. A maternidade me fez crescer e aprender através do mais sincero sentimento: o amor pela minha filha e a vontade de fazê-la feliz e amada todos os dias”, Lívia Russo Olhier, 29 anos, mãe da Luísa, 1 ano e 5 meses.
(Fotos: Getty Images)
http://www.disneybabble.com.br/br/beb%C3%AAs/chegada-do-beb%C3%AA-e-muitas-mudan%C3%A7as-na-vida-da-m%C3%A3e
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Workshop "Preparando o ninho - o que esperar do pós-parto?"
Convidamos as gestantes e casais gestantes para nosso workshop.
O pós-parto é uma experiência intensa na vida da família, repleta de desafios, mudanças e possibilidades.
A preparação para este momento é de grande importância, já que não vivemos em uma cultura onde realmente as mulheres e homens recebam orientações sobre maternagem e paternagem.
Precisamos ir além, e conversar sobre as intensas demandas do puerpério!
Sejam bem-vindos!
quarta-feira, 11 de junho de 2014
A importância da rede de apoio à maternidade, à paternidade e à família
Durante a gestação cada mulher desenvolve
de maneira genuína, um processo de construção da maternidade, e do novo papel
que estreará, mesmo que ela já seja mãe, pois há outra “carta inaugural” a ela
destinada.
Tanto física quanto emocionalmente,
a presença do filho vai se constituindo em um processo único e singular a cada
nova gestação.
Mudanças físicas, emocionais e
sociais batem à porta da família, e em especial da mulher, trazendo questionamentos
e reflexões legítimas, nunca pensadas ou percebidas como importantes.
Diante dessas demandas, tem sido
cada vez mais comum a busca por uma preparação para a maternidade, paternidade
e para o parto. São propostas distintas, mas complementares, na medida em que
seus objetivos visam oferecer um espaço de informação, troca e partilha acerca
das vivências trazidas pela maternidade, desde a gestação, passando pelo parto
e culminado no pós-parto.
O pós-parto é o momento em que a
mulher e a família se deparam com a realidade que materializa o bebê e a
experiência da maternidade e da paternidade reais, podendo trazer à tona
aspectos com os quais, tanto a mãe quanto o pai, não puderam prever ou
imaginar.
O bebê real, a família real e a mãe
e o pai reais podem ser muito diferentes da idealização construída durante a
gestação. Há um bebê que chora, uma mãe que está em processo de fusão emocional
com este bebê, um pai que está buscando o seu lugar nesta nova configuração
familiar e, às vezes, há outros filhos que estão digerindo a presença de um
novo membro na família.
Conceitos e ideais não se confirmam
diante das vivências trazidas pela real maternidade. Medos, angústias e dúvidas
fazem parte da rotina materna, especialmente no pós-parto. Mesmo a mãe que
tenha planejado a gravidez e esteja feliz com a maternidade, pode sentir
tristeza e até uma vontade, ainda que eventual, de reaver a vida anterior ao
nascimento do filho.
Essa também é a verdadeira, e
legítima, parte que a maternidade real coloca na vida de mulheres, homens e
famílias. Há uma parte que pode ser bela e realizadora, e há outra parte sombria
e angustiante.
Novas dinâmicas nos
relacionamentos, novas demandas físicas e emocionais da mulher-mãe, a experiência
de ter um bebê em desenvolvimento intenso, além de várias outras adaptações
postas pelas vivências do pós-parto, são desafiadoras e precisam de continência
e orientação.
As mulheres da atualidade vivenciam
a maternidade de maneira solitária e muitas vezes, isolada. No momento em que
mais precisam de apoio, elas sentem-se sozinhas e abandonadas em suas avassaladoras
experiências.
Há uma condição, característica do
pós-parto, que é a fusão emocional mãe-bebê que, ao mesmo tempo evidencia novas
demandas, também oferece as possibilidades desta mãe sentir seu bebê, e suas
necessidades, tanto físicas quanto afetivas, e atendê-las.
Neste estado fusional, tanto mãe
como bebê, compartilham do mesmo campo emocional, onde as emoções de um
pertencem ao outro. Esta fusão coloca a mãe em uma experiência emocional
diferenciada, sensível e muitas vezes angustiante.
A rede de apoio à maternidade, e à
paternidade, é de fundamental importância nesta fase. Poder contar com uma rede
protetiva, que possa promover a consciência necessária, o acolhimento e a
informação, são de um valor ímpar!
Muitos podem fazer parte desta rede
de apoio, tanto familiares, com ênfase especial ao pai/companheiro, como
amigas, vizinhas e profissionais que compõem a assistência materno-infantil,
para que a díade mãe-bebê seja apoiada neste momento delicado e complexo.
Uma amiga que leve um alimento, uma
vizinha que ajude com a casa, um companheiro que possa compreender que a
mulher-mãe está menos disponível neste momento, uma mãe que possa estar
empaticamente vinculada à filha que acabou de parir, estas ações e posturas são
favorecedoras de uma boa maternagem!
Também é muito importante que a mãe
busque sair da sua possível solidão, e procure estar com outras mães, procure
ajuda profissional e a sua rede de apoio.
Uma rede de apoio que auxilie a
maternidade e a paternidade pode se revelar como promotora de saúde física e
emocional na vida da nova família que acabou de nascer!
Rosângele Monteiro
Psicóloga Perinatal
Terapeuta Sistêmica Familiar Integrativa
Artigo publicado para edição 16 ano VIII do Guia Bebê
Sob o título: "Como funciona a rede de apoio à maternidade
Sob o título: "Como funciona a rede de apoio à maternidade
Junho/2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
sexta-feira, 23 de maio de 2014
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Estudo: 90% das mães mentem que estão lidando bem com o bebê.
A pressão em conseguir cumprir os papéis da maternidade fazem com que mulheres sofram problemas caladas e recusem ajuda.
"Já se perguntou por que para muitas mulheres a maternidade parece tranquila, enquanto você passa noites sem dormir, não come direito e vive sob altos níveis de estresse? Um estudo pode resolver o problema: a maioria das mulheres mente sobre as dificuldades em ser mãe. O estudo, feito pela Kiddicare descobriu que as mulheres tendem a exagerar o quão bem estão lidando com a chegada do bebê. Das 1 mil entrevistadas, 90% disseram “estar indo bem”, quando não era verdade. As informações são do Daily Mail.
O estudo descobriu também que 41% das mães não gostam de pedir ajuda ou até mesmo aceitar auxílio de familiares e amigos por medo de demonstrarem que não estão dando conta dos cuidados com o filho. Segundo a pesquisa, 79% das mulheres consideraram os primeiros três meses mais difíceis do que o imaginado e mesmo com toda a tecnologia do século 21, 84% afirmaram que ser mãe hoje é mais difícil do que foi para as gerações anteriores.
"Pode parecer estranho que as pessoas que encontram dificuldade em lidar com a chegada do bebê relutem a pedir ajuda, mas a pressão para provar que podem fazer tudo direito é esmagadora”, afirmou Vicky Shepherd, porta-voz da Kiddicare. De acordo com o estudo, o que ajuda é ouvir experiências, boas e más, de outras mães.
Em resposta aos resultados, a Kiddicare lançou um site com o objetivo de reunir relatos de mães experientes que possam ajudar as que acabaram de ter um bebê. Entre os maiores desafios da maternidade, o estudo listou: falta de sono (69%), pressões financeiras (35%), problemas de relacionamento (31%), sair de casa com o bebê (30%) e pressão para saber todas as respostas (22%)."
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