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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Licença-maternidade


Como a sua empresa tem recebido as mulheres que retornam da licença-maternidade? 



Quando a mulher é reintegrada adequadamente à empresa, e às suas funções profissionais, diante das novas demandas e prioridades como mãe, aumentam as chances de adaptação e permanência na empresa! 

Algumas dicas práticas para as empresas: 
* Organize um encontro para dar-lhe as boas-vindas. 
* Prepare a equipe para recebê-la. 
* Proponha práticas de trabalho flexíveis neste período. 
* Acolha suas inseguranças e acompanhe os passos iniciais. 

Precisa de consultoria para melhor cuidar das colaboradoras-mães? 
Entre em contato! 

Rosângele Monteiro 
Consultoria Familiar para corporações 

ninhomaterno@gmail.com


terça-feira, 15 de setembro de 2015

O Ninho Materno

O Ninho Materno assim foi denominado pois se propõe a acolher gestantes, mães/pais e bebês.


Nosso projeto contempla encontros em grupo, além dos atendimentos psicoterapêuticos individuais e consultoria em aleitamento materno, oficinas de shantala e carregadores de bebês (sling), workshop's e cursos.
Nosso objetivo é estar ao lado da família neste momento da vida em que ocorrem profundas transformações físicas, emocionais e sistêmicas.
A maternagem e a paternagem são naturais, mas é preciso apoio, informação e acolhimento, sem julgamentos e debruçando um olhar sobre as possibilidades de cada família.
Todas as mães e pais conhecem muito bem essa realidade!
Conhece famílias que estão vivendo esta fase tão intensa e desafiadora? 
Quer oferecer à elas uma possibilidade de apoio e ajuda?

Então, estamos aqui! 
Com carinho...




domingo, 19 de junho de 2011


 Apoio psicológico ajuda pais de primeira viagem.

 Por terem seus sentimentos menosprezados, homens ficam mais frustrados que mulheres.


A chegada de um filho, para a mulher, normalmente é uma experiência cheia de medos, alegrias e dúvidas. Mas e para os homens? Segundo uma pesquisa feita pela enfermeira e obstetra Asa Premberg, da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, os homens passam pelas mesmas situações que as parceiras, porém, sentem-se mais desamparados. Para chegar a essa conclusão, a pesquisadora perguntou a voluntários que aguardavam o parto e a pais de recém-nascidos como eles se sentiam, quais suas preocupações, inseguranças e qual papel eles acreditavam ter de desempenhar naquele momento. Após compilar os dados, a obstetra observou que – mesmo preocupados – os homens sentem-se responsáveis por acalmar e apoiar a futura mãe, garantindo que tudo correrá bem. Outra descoberta foi que boa parte dos participantes considerava-se inferior à mulher, como um “personagem secundário”, não recebendo a atenção e a assistência que gostariam de ter. “Nas consultas, todos os conselhos eram direcionados à minha esposa. Durante o parto eu não sabia bem como me comportar, afinal, a mãe é quem sente as dores”, comentou um voluntário. O trabalho mostrou também que os homens precisam se esforçar mais que as mulheres para criar vínculos com o bebê durante o primeiro ano de vida, já que as mães geralmente tornam-se mais próximas dos pequenos devido à amamentação. A pesquisadora ressalta ainda que é fundamental cuidar da saúde mental masculina: “Garantir que o pai perceba sua importância e sinta-se seguro é crucial para o desenvolvimento de uma família estável e equilibrada”.