segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Grupo de Gestantes em Valinhos

A roda de gestantes/casais do Ninho Materno acontece mensalmente, às terças-feiras às 19:30h.

A condução técnica é da ginecologista e obstetra Dra, Mariana Oliveira tem formação também em medicina antroposófica.

O objetivo das rodas é oferecer informação baseada em evidências científicas, acolher e orientar os casais, além da partilha e troca!

A cada encontro apresentamos um tema, nesta roda vamos conversar sobre o trabalho de parto!

Sejam bem-vindos!



quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Agenda de Agosto/2015


Acompanhe as atividades do Ninho Materno

Em Valinhos!

Encontros/grupos para mães
 Grupo de Gestantes (Casais)
Oficinas de shantala 
Oficinas de carregadores de bebês
Grupo de estudos para educadores infantis
Pré-natal psicológico

inscrição: ninhomaterno@gmail.com 




quarta-feira, 6 de maio de 2015

"Um ninho para mamãe"


Ninho Materno promove evento em parceria com o Shopping Valinhos

 09 e 16 de Maio

Ingresso: produto alimentício não perecível
Inscrições: aqui


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Programação de 09 de Maio

Um convidado muito especial estará conosco - Dr. José Martins Filho que propõe um tema de grande relevância para pais e educadores.
Imperdível!


E ainda:

Fernanda Veroneze com Acalanto: Vivência Musical na gestação e pós-parto.

Leila Oliveira: Espaço Brincar para pais e bebês
Rosângele Monteiro: Bate-papo: "Ser mulher, mãe e profissional"






Programação 16 de Maio

Larissa Carpintéro: "Maternidade em Movimento"
Fernanda Almeida: "Oficina de shantala"
Leila Oliveira: "Espaço Brincar para pais e bebês"
Rosângele Monteiro: "Parceria na criação dos filhos - o casal" - palestra



terça-feira, 17 de março de 2015

Oficina de Shantala no Ninho Materno

A Shantala é um importante recurso no favorecimento do vínculo afetivo entre mãe e bebê, além dos benefícios para o desenvolvimento do bebê.


terça-feira, 3 de março de 2015

Evento de comemoração do 1º aniversário do Ninho Materno


SHOPPING VALINHOS E NINHO MATERNO PROMOVEM EVENTO GRATUITO 
SOBRE A PRIMEIRA INFÂNCIA


O Shopping Valinhos e o Ninho Materno promovem, no próximo dia 7 de março, o evento “O Ninho é como coração de mãe”, gratuito e aberto a toda a família, com o objetivo de fortalecer o vínculo entre pais e filhos, proporcionando momentos de integração e informação. A programação prevê oficinas de shantala (massagem em bebês), vivência de brincadeiras entre pais e filhos e uma palestra sobre as mudanças na família após a chegada do bebê. Para participar, é necessário fazer inscrição antecipada, pelo site www.shoppingvalinhos.com.br, para cada uma das atividades de interesse. As vagas são limitadas.

De acordo com a psicóloga perinatal e terapeuta familiar Rosângele Monteiro, fundadora do Ninho Materno, a ideia do evento surgiu da necessidade de ampliar a rede de apoio a família, valorizando os cuidados com gestantes, mães, pais e com a primeira infância. “Os pais precisam receber acolhimento e orientação, tanto quando planejam ter um filho quanto quando já estão vivenciando o papel da maternidade e da paternidade”, explica.

As mudanças na vida do casal, com o nascimento de um filho, são um fator determinante na qualidade das relações afetivas. Ao receberem cuidado, acolhimento e orientação, os pais desenvolvem mais condições de maternagem e paternagem. “Não nascemos mães e pais, desenvolvemos esses papéis ao cuidarmos dos nossos filhos. É um aprendizado bastante desafiador, mas que pode ser muito prazeroso, além de promover o autodesenvolvimento dos pais e das crianças. Conscientizar sobre a importância do cuidado com a família, principalmente em seus momentos iniciais, é uma forma de promover saúde emocional”, diz Rosângele.

Os cuidados com a família estão, cada vez mais, recebendo atenção de especialistas. A ciência tem comprovado que os cuidados com a primeira infância, de zero a três anos, trazem maiores possibilidades para um bom desenvolvimento emocional e afetivo.

Para o superintendente do Shopping Valinhos, Felipe Silva, esta é uma grande oportunidade para as famílias terem acesso a este tipo de informação. “Não temos muitas possibilidades como esta em Valinhos. Nós preparamos um espaço acolhedor para que os pais e as crianças se sintam bem e consigam esclarecer todas as dúvidas deste momento tão importante que é o início de uma família”, comenta.

O Ninho Materno está completando um ano de fundação em Valinhos, O projeto foi elaborado para oferecer um espaço de orientação e acolhimento às mães, gestantes, pais e educadores da primeira infância. Ele oferece encontros, oficinas, cursos e workshops, além de consultorias a empresas, escolas e instituições relacionadas à maternidade, paternidade e primeira infância.

SERVIÇO:
Evento – O Ninho é como coração de mãe
Local – Shopping Valinhos (o evento será no corredor da Drogasil, no segundo piso)
Data – 07/03/15

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Confira a programação em:
https://www.facebook.com/NinhoMaterno/photos/a.416914348421851.1073741828.416477288465557/783211868458762/?type=1&theater
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Fonte:
http://www.portaldoshopping.com.br/…/shopping-valinhos-e-ni…

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Congresso on-line e gratuito


Para levar informação sobre a importância do nascimento humanizado para a coletividade!
Palestrantes renomadíssimos!
Compartilhe!





terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Agenda de janeiro/2015


Acompanhem nossa página no Facebook!

Para todas as atividades pedimos que enviem um e-mail para ninhomaterno@gmail.com


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Oficina de Sling


"A nossa sociedade custa muito a reconhecer que os bebês precisam de colo, contato, afeto; que precisam da mãe. É preferível qualquer outra explicação: a imaturidade do intestino, o sistema nervoso... Prefere-se pensar que o bebê está doente, que precisa de remédios."

"No Canadá, Hunziker e Barr demonstraram que se podia prevenir a cólica do lactente recomendando às mães que pegassem seus bebês no colo várias horas por dia. É muito boa idéia levar os bebês pendurados, como fazem a maior parte das mães do mundo. Hoje em dia é possível comprar vários modelos de carregadores de bebês nos quais ele pode ser levado confortavelmente em casa e na rua. Não corra para colocar o bebê no berço assim que ele adormecer; ele gosta de estar com a mamãe, mesmo quando está dormindo. Não espere que o bebê comece a chorar, com duas ou três semanas de vida, para pegá-lo no colo; pode acontecer de ter “passado do ponto” e nem no colo ele se acalmar. Os bebês necessitam de muito contato físico, muito colo, desde o nascimento. Não é conveniente estarem separados de sua mãe, e muito menos sozinhos em outro cômodo. Durante o dia, se o deixar dormindo um pouco em seu bercinho, é melhor que o bercinho esteja na sala; assim ambos (mãe e filho) se sentirão mais seguros e descansarão melhor."

Do livro Un regalo para toda la vida- Guía de la lactancia materna,Carlos González

Tradução: Fernanda Mainier


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Oficina de Shantala

Novidades lá no Ninho Materno!
Oficina de Shantala!

Finalmente Valinhos tem um espaço que orienta, acolhe e ama cuidar das mães, dos bebês e das famílias!


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Agenda de Novembro e Dezembro

Nossa agenda de Novembro/Dezembro está especial!

Em breve informações sobre os eventos!






Roda de Mães Pós-Parto



quinta-feira, 25 de setembro de 2014

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Roda de conversa e informação

Roda de mães pós-parto, para mães com bebês até 1 ano.
Quinzenalmente, às quintas-feiras no Ninho Materno!



terça-feira, 16 de setembro de 2014

In company


O Ninho Materno na modalidade "in company" oferece cursos, palestras, workshop e oficinas para empresas, escolas, hospitais e instituições.
Temos uma equipe multiprofissional especializada na área materno-infantil.
Para conhecer a proposta e o catálogo, envie um email para ninhomaterno@gmail.com






segunda-feira, 1 de setembro de 2014

A chegada do bebê e as muitas mudanças na vida da mãe


As emoções, as prioridades, o relacionamento, o sono, os horários, a carga de trabalho... Tudo muda com a maternidade. Como lidar com essa nova vida.

Entrevista ao site Disney Bubble

Mãe e bebê








               
No exato momento em que você descobre que está grávida, uma chave vira na sua vida: ela nunca mais será a mesma, sobretudo porque ganha um novo sentido.
As mudanças já ocorrem no período da gestação e, com a chegada do bebê, só aumentam. E não estamos falando apenas da transformação do corpo, que é a mais visível - as demandas físicas e emocionais do cargo de mãe são diversas.
Patrícia Rodrigues Peres, 35 anos, administradora e mãe do pequeno Matheus, 6 meses, confessa que subestimou as transformações. “Durante a gravidez, eu imaginei que as minhas prioridades mudariam, assim como os horários, que seriam mais regrados, mas não pensei que seriam tantas mudanças! Depois que o Matheus nasceu, tive 3 meses de reclusão social total, vivi para ele”, afirma.
A entrega, é claro, foi cansativa. “Sentia o peso da responsabilidade de ter que cuidar de um recém-nascido. Cheguei a sentir um pouco de saudade da minha vida sem filho. Mudei meus horários de dormir e acordar, troquei os banhos demorados por duchas rápidas enquanto ele dormia e nunca encontrei tão fácil uma roupa pra vestir. Tudo correndo, com pressa.”, lembra-se.
Hoje, passados 6 meses, as mudanças atingem os passeios. “Preferimos parques abertos, restaurantes espaçosos e não muito lotados e tentamos remanejar os compromissos e convites de acordo com os horários das mamadas e papinhas. Sem contar a quantidade enorme de coisas que temos que levar toda vez que saímos de casa”, conta.
A sensação, apesar das mudanças de rotina? “Posso garantir que é o amor mais puro, verdadeiro e imensurável que já senti na vida. Faz tudo valer a pena”, frisa.
Prazer, mãe!
Pois esse conjunto de mudanças traz consigo um dos maiores ganhos da maternidade: o autoconhecimento.
“Propor-se a vivenciar a maternidade – e a paternidade – com essa perspectiva, de que há um processo intrínseco de autodesenvolvimento e aprendizagem, favorece a adaptação aos novos papéis”, destaca Rosângele Monteiro, especialista em Psicologia Perinatal e Terapia Sistêmica de Famílias e coordenadora do grupo Ninho Materno.
Com a ajuda de especialistas, levantamos algumas questões relacionadas a esse período tão delicado – e, ao mesmo tempo, intenso – que é a chegada de um bebê. Saiba que você não está sozinha. Entendemos que lidar com tantas mudanças em tão pouco tempo não é nada fácil - mas não impossível!
Bebê
É preciso se preparar para as mudanças?
“Poder se preparar para a maternidade durante a gestação fará uma diferença importante no pós-parto, momento em que a maternidade se ‘materializa’ com a chegada do bebê. Fazer um pré-natal psicológico possibilita à mulher olhar para este processo, para este novo espaço de relacionamento tão significativo”, explica Rosângele.
Do ponto de vista prático, os preparativos ficam por conta dos cuidados com a saúde. “A mãe já deve se alimentar e hidratar bem desde a gestação para que isso vire um hábito e permaneça após o nascimento do bebê. É claro que ela não deve fumar nem ingerir bebidas alcoólicas. Deve também preparar as mamas para a amamentação, tomando sol nos mamilos e hidratando bem a pele local”, recomenda Julie Anne Colnago, especialista em Pediatria e Hematologia Pediátrica.
Alterações na rotina
“A principal mudança que ocorre com a chegada do bebê é referente à rotina da própria mãe em relação ao sono, à alimentação e à amamentação. E claro, a casa, o marido e a profissão. Se ela já tinha que se desdobrar antes para dar conta de tudo, agora ainda mais”, analisa Julie.
A pediatra explica que é difícil fazer algum tipo de treinamento antes da chegada do bebê, pois cada recém-nascido reage de uma forma. “O bebê não tem rotina para comer ou dormir, pois deve ser amamentado em livre demanda, ou seja, a hora que ele quiser. Como também costuma dormir em média 20 horas por dia, é impossível criar uma rotina de sono logo após o nascimento”, observa.
Mas, a partir dos 6 meses, já fica mais fácil organizar as demandas e são elas que facilitarão a vida da mãe. “A dica é ser firme com os horários, não substituir as refeições por leite, mesmo que a criança não coma muito, e preparar a hora do sono com som e iluminação propícias que estimulem a criança dormir. Na cama dela, é claro”, aconselha Julie.
A (auto)cobrança
O medo de não ser a mãe perfeita atinge a maioria das mulheres. No entanto, se tornar mãe é um processo – e não um evento que ocorre da noite para o dia. Inevitavelmente haverá acertos e erros no caminho. O importante é saber que não há problema algum em errar.
“Com a maternidade a mulher passa a vivenciar um papel inaugural. Não aprendemos a ser mãe, vamos entrar nesse novo lugar, nunca antes visitado, viver e aprender essa experiência ao mesmo tempo”, diz Monteiro.
Lembre-se: a chegada do bebê é um fenômeno da família e dividir as expectativas e responsabilidades é saudável para todo mundo!
“Não tenha medo de deixar seus filhos com o marido, os avós ou outras pessoas de confiança para ir passear, cuidar da beleza, trabalhar. A vida continua e delegar tarefas faz parte de um trabalho bem feito. A criança também sai ganhando ao ter contato com outras pessoas que não sejam a mãe”, argumenta a pediatra Julie Anne Colnago.
As adaptações na vida prática
Desde a gestação, é importante que o casal se prepare para o pós-parto refletindo, dentro de sua realidade e do contexto de suas possibilidades, quais mudanças na vida prática serão necessárias.
“A mãe, fusionada emocionalmente com o bebê, fica menos disponível para as questões de ordem prática - contas, compras, cuidados com a casa etc. O pai tem o papel fundamental de cuidar da mãe e dessas demandas domésticas, quando isso é possível, para que ela fique disponível para o relacionamento e cuidados com o bebê”, alerta a psicóloga.
As relações sociais
É comum mulheres se queixarem de reclusão social nos primeiros meses após a chegada do bebê. Nessa hora, contar com uma rede de apoio é fundamental.
“Pedir ajuda, recorrer aos profissionais que assistem essa díade mãe-bebê, familiares e amigas, fazem muita diferença, principalmente porque, muitas vezes, a mãe está distante da família, o marido volta ao trabalho e ela se vê solitária neste momento que é tão intenso para ela. A mulher precisa de cuidados, descansar, estar bem, cuidar de si mesma para melhor cuidar de seu bebê”, enfatiza Rosângele. 
Bebê
Deixei de ser a funcionária do mês. E agora?
Quanto ao trabalho, é natural que você, a partir de agora, priorize voltar mais cedo para casa para curtir o seu bebê. Portanto, não se martirize por não fazer mais aquele monte de horas extras como antes. “Os relacionamentos passam por uma reformulação, a mulher reedita o seu lugar de filha, de esposa e também como profissional”, diz a psicóloga.
A vida a três
No caso do primeiro filho, a partir da chegada do bebê, onde antes havia um casal, agora existe uma família. E isso é uma mudança e tanto no relacionamento homem-mulher.
“Assimilar que se trata de um momento da vida, único, que traduz um projeto novo na vida do casal e fortalecer a parceria entre eles, faz uma diferença que otimiza essa adaptação” acredita Rosângele. “Muito se fala a respeito das mudanças que chegarão junto com o bebê, mas para cada casal essa experiência será única” reforça a psicóloga.
A pediatra Julie complementa: “Para mudar hábitos enraizados que não condizem com a presença de um bebê em casa é preciso muito diálogo e força de vontade por parte dos pais, pois, neste momento, eles precisam pensar no filho em primeiro lugar”.
O que mudou, de fato?
E para você, o que a maternidade mudou em sua vida? Fizemos essa pergunta para algumas mães e adoraríamos ter também o seu depoimento também. Deixe sua opinião nos comentários.
“O que mais mudou foi o meu dia a dia. Apesar do cansaço, está muito mais alegre e cheio de vida”,Aline Serrer Richter, 29 anos, mãe da Rafaela, 6 meses.
“A maior mudança é que meu filho é minha maior e MELHOR prioridade! Eu troco qualquer programação para ficar com ele!”, Patrícia Rodrigues Peres, mãe do Matheus, 6 meses
 “O que mais mudou na minha vida foi a compreensão da palavra amor. Nunca pensei que fosse possível existir um amor tão imensurável e irracional quanto o amor de uma mãe com seu filho”,Giselle Gaspareti, 30 anos, mãe do Gabriel, 9 meses.
“Acho que a maior mudança é que fazemos tudo pensando neles e ainda nos sentimos culpadas pelo que não fazemos, mas são descobertas e felicidades diárias!”, Claudia Frei Aramaki, 30 anos, mãe do Vinícius, 1 ano e 2 meses.
“Mudou tudo! Para começar, meu corpo, minha maneira de ver a vida, a organização da minha casa, minhas prioridades, minha paciência, minha sensibilidade, minha conta bancária, minhas roupas, e principalmente, minha capacidade de amar e de me surpreender com coisas e atitudes que certamente antes da Luísa não faziam diferença na minha vida. A maternidade me fez crescer e aprender através do mais sincero sentimento: o amor pela minha filha e a vontade de fazê-la feliz e amada todos os dias”, Lívia Russo Olhier, 29 anos, mãe da Luísa, 1 ano e 5 meses.
(Fotos: Getty Images)
http://www.disneybabble.com.br/br/beb%C3%AAs/chegada-do-beb%C3%AA-e-muitas-mudan%C3%A7as-na-vida-da-m%C3%A3e